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Notícias | 31/10/2014

Com conceito humanizado e integrado, complexo hospitalar é inaugurado no Rio

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A partir do conceito de que a integração dos serviços médico-hospitalares pode oferecer o melhor e mais adequado atendimento em diagnóstico e tratamento, com o aparato de tecnologia de ponta, o Americas Medical City, um dos maiores complexos hospitalares do Brasil, foi inaugurado nesta quarta-feira (1/10), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura contou com a presença do Ministro da Saúde, Arthur Chioro, além do presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), André Longo, e autoridades da área médica, que ressaltaram a importância do empreendimento para o avanço da medicina no Estado e até para o país.
Com um investimento de R$ 600 milhões, foram erguidos dois hospitais - o Samaritano e o Vitória -, totalizando 494 leitos, 252 consultórios, 16 salas de cirurgia e um Centro de Treinamento, em uma área de 72 mil metros quadrados. O grande diferencial da "cidade médica", como foi apelidado pelos seus empreendedores, são as tecnologias de ponta importadas de outros países, que tem a capacidade de tornar as intervenções cirúrgicas menos invasivas e mais seguras, nas especialidades de oncologia, neurologia, radiologias cirúrgica e vascular, cardiologia, ortopedia, pediatria, entre outras.

Além dos avanços na área médica, o Americas Medical City, os empreendedores destacam que o complexo está contribuindo com o crescimento financeiro do Estado, gerando até o final de 2014 cerca de um mil empregos diretos, em diversos setores. A estimativa é que no final de dois anos, 4,5 mil postos de trabalho seja preenchidos com a expansão do complexo.
A integração dos serviços oferecidos no processo de diagnóstico e tratamento médico, pode promover a relação mais estreita entre médico e paciente, contribuindo para a qualidade do serviço e, consequentemente, a melhora dos doentes. A lógica é apresentada pelo diretor executivo do Americas Medical City e um dos idealizadores do complexo, Charles Souleyman Al Odeh. "O paciente vai encontrar no mesmo lugar o consultório médico, a estrutura para fazer os exames solicitados e, se precisar, a internação. Ele vai ficar mais próximo do médico e se sentir mais confiante no tratamento", esclarece ele.

Souleyman Al Odeh considera que um dos pontos mais importantes do projeto é o Centro de Treinamento Médico, que tem como objetivo desenvolver técnicas utilizando equipamentos inovadores, para tornar as intervenções menos invasivas, aproveitando ainda a experiência de médicos renomados no Brasil e no exterior. Além da estrutura inaugura nesta quarta, uma área de expansão deve entrar em funcionamento nos próximos três meses. Souleyman Al Odeh informou que a exploração desse espaço está sendo estudada, mas tudo indica que será destinado à uma emergência pediátrica e, futuramente, ampliada para o atendimento adulto.

"O serviço de triagem já existe, mas o maior problema de qualquer emergência está nas filas de espera. O paciente nada mais é que um cliente do hospital, tem o direito de ser atendido com rapidez e qualidade, independente do seu problema de saúde ser grave ou não. É essa metodologia que vamos adotar na nossa emergência, que é um setor crítico em qualquer unidade médica, até pelo atendimento começar ali", destacou o diretor. Ele estima que cerca de 25 mil pessoas devem passar por atendimento nesse setor diariamente, após a sua abertura. Ele considera esse número "expressivo", em comparação com uma das mais movimentadas emergências do estado, a do Hospital Municipal Miguel Couto, que recebe por dia cerca de oito mil pacientes.

Antes da abertura integral da "cidade médica", os consultórios já estavam funcionando desde o mês de abril, atendendo através de planos de saúde conveniados e consulta particulares. Com o restante do complexo em plena atividade, será possível colocar em prática uma metodologia inteligente de trabalho, que tem foco na ocupação humanizada pelos pacientes e maior qualidade de serviço para os profissionais. Os leitos são equipados em dois ambientes, um para o paciente e outro para os seus acompanhantes, com sofás, televisores, escrivaninha com base para computador, cadeira de massagem e acessórios domésticos, além da cama hospitalar. Já a área restrita para médicos, conta com duas quadras de tênis, academia, hidromassagem, sala de massagem, spa com cadeiras de relaxamento, bar e uma decoração requintada.

"Essa estrutura que criamos tem como meta, no caso do paciente, deixá-lo acomodado em um ambiente que não se distancia tanto da sua rotina, sem privá-lo de atividades que não vão prejudicar a sua saúde. Assim como para os seus familiares e companhantes. Já o Clube destinado ao médico, procuramos dar o máximo de conforto para ele ficar o máximo de tempo possível no hospital, com entretenimento e cursos de capacitação disponíveis", ressaltou o diretor do complexo.
Um dos fatores que mais contribuiu para a criação do Clube Médico e o Centro de Treinamento no complexo foi o caos no trânsito da cidade, que prejudica o deslocamento do médico. "A questão da mobilidade pesou muito. Com os constantes engarrafamentos, os profissionais devem evitar o trabalho em muitos hospitais. Se eles tiverem a oportunidade de optar por concentrar as suas atividades em um só local, com certeza será o ideal", destaca Souleyman Al Odeh. Ele observou ainda que o médico, atualmente, trabalha em muitos hospitais para se enquadrar na cobertura dos planos de saúde dos pacientes. "Aqui nós setorizamos os atendimentos, conforme a cobertura do plano de saúde.

O Hospital Vitória tem uma estrutura mais simples, enquanto o Samaritano tem as suas instalações mais sofisticadas. Porém, ambos têm a mesma tecnologia de ponta e atendimento humanizado, o que garante em tempo integral a segurança do paciente", explicou.
Uma "colagem" das melhores tecnologias internacionais "A gente respira hospital, sabe das necessidades dos médicos e pacientes". Seguindo esse pensamento, Charles Souleyman Al Odeh e a equipe de diretores do Americas Medical City percorreram vários países a procura do modelo ideal para implantar no complexo. O diretor conta que os médicos empreendedores "rodaram" os Estados Unidos e Europa à busca de tecnologias de ponta e profissionais experientes para atuar na "cidade médica". Encontraram excelente receptividade nas empresas voltadas para a biomedicina e o resultado já está se refletindo nas salas modernamente equipadas do complexo e na qualidade de serviços oferecidos.

A inovação já começa na recepção. O paciente, após fazer a sua ficha de atendimento, recebe mensagens no seu celular da sua colocação na fila de espera. "Assim ele não fica preso em um ambiente. Pode fazer um lanche, caminhar e quando chegar a vez do seu atendimento será avisado através de torpedo", contou o diretor. Mas, a "menina dos olhos" no quesito modernidade está na sala de cirurgia Robótica. Uma equipe formada por 13 médicos brasileiros receberam, há alguns meses, um treinamento de profissionais referências em outros países no setor, dos procedimentos mais avançados nesse tipo de procedimento, utilizando equipamentos de ponta.
Agora, esses profissionais brasileiros e alguns estrangeiros, vão atuar no centro cirúrgico do Hospital Samaritano.

"Vamos iniciar atividades de atualização profissional no nosso Centro de Treinamento, destinadas aos médicos de todo o país. Temos certeza que vamos trazer para o Rio muitos profissionais de todas as partes do país e eles sairão daqui preparados para atuar no que há de mais moderno na Medicina Robótica", destacou Souleyman Al Odeh. Em uma avaliação mais ampla, o diretor acredita que o Rio, a partir desses investimentos, terá a chance de recuperar um lugar de destaque no ranking nacional que analisa os estados no atendimento médico-hospitalar.
Fonte: Jornal do Brasil www.jb.com.br

 


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